G.E do Mar Almirante Tamandaré - ESCOTISMO na VEIA - GEMAT61º/SC. ®

O escotismo foi reconhecido, por meio do Decreto nº3.297, de 1917, como de Utilidade Pública Federal. Já o Decreto-lei nº8.828, de 1946, dispõe sobre o reconhecimento da UEB e o ESCOTISMO como instituição destinada à educação extra-escolar.

Saturday, 8 de December de 2007

ENCERRAMENTO 2007

Fotos do dia 08/12/2007
        Encerramento

Lobinhos
Escoteiros
Sêniores(esquerda na foto)

Chefe GISELE lendo a carta do Chefe JORGE do G.E Pe. Pedro Baron(que não pode estar presente).

Chefes Orlando e Eduardo

Até 2008!
"Que DEUS ilumine nossos caminhos para podermos juntos fazer deste mundo um lugar 'um pouco' melhor de se viver... Venha ser ESCOTEIRO, futuro cidadão Brasileiro!"
(Arnaldo E. de Freitas - GEMAT 61º Itajaí/SC)

Sempre Alerta!
criado por Arnaldo E. de Freitas    17:08:06 — Filed under: Sem categoria

Férias



08/12/2007 - Encerramento

Neste SABADO ocorre o encerramento do ano de 2007 no GEMAT 61º Itajaí/SC.

-Durante as férias do G.E do Mar Almirante Tamandaré estão previstas algumas atividades para que os ESCOTEIROS não fiquem tão ociosos.

"Esperamos REVER a TODOS e que no novo ano tenha-mos novos membros em nosso G.E."

Boas Festas e Sempre Alerta!


Arnaldo E. de Freitas
criado por Arnaldo E. de Freitas    12:02:29 — Filed under: Sem categoria

Friday, 7 de December de 2007

Almirante Tamandaré

Almirante Tamandaré

Joaquim Marques Lisboa, nasceu no dia 13 de dezembro de 1807, em Rio Grande de São Pedro do Sul, na então Província do Rio Grande do Sul. Ingressou na marinha em 1823 como voluntário da armada, embarcando na Fragata Niterói, no ano seguinte matriculou-se na Academia Imperial da Marinha e na carreira militar galgou os mais diversos postos, até alcançar o mais alto de todos, o de Almirante. Foi Conselheiro de Guerra (Conselho Superior Militar) e Ministro do Supremo Tribunal Militar. Cumpriu 66 anos, 10 meses e 16 dias de efetivo serviço, e a pedido, foi reformado em janeiro de 1890.

2007 BICENTENARIO

No próximo dia 16 de dezembro, o Brasil estará comemorando o bicentenário de nascimento do maior herói militar brasileiro nascido na cidade do Rio Grande, Joaquim Marques de Souza, o Marquês de Tamandaré.
Como comandante da Unidade do Exército Brasileiro, cuja denominação histórica referencia Tamandaré e in memorian de meu saudoso avô, o Almirante Adolpho Martins de Oliveira, honra-me prestar esta homenagem à Marinha do Brasil e ao seu ilustre Patrono.
O menino Joaquim era um predestinado, seu padrinho de batismo foi o legendário fronteiro Marechal Manoel Marques de Souza, herói da Guerra da Reconquista.
Passou a infância debruçado no sangradouro da Lagoa dos Patos, herdando do pai, Francisco Marques Lisboa, recentemente consagrado Patrono da Praticagem do Brasil, a vocação e a paixão pelo mar. Ainda na adolescência, teve seu batismo de fogo, a bordo da fragata "Niterói", como praticante de piloto, ao comando de Taylor que, integrando a Esquadra Brasileira de Lord Cockrane, combateu os portugueses na Guerra da Independência, na Bahia, em 1823.
Tamandaré foi o mais perfeito marinheiro que a Marinha Brasileira conheceu e, por méritos próprios e bravura em combate, alcançou os mais altos postos da hierarquia militar, sem nunca ter perdido a simplicidade e o espírito do verdadeiro marinheiro.
Seu maior feito militar foi haver comandado a conquista da cidade oriental de Paissandú, em janeiro de 1865, durante a Guerra da Tríplice Aliança, vitória que assegurou às forças militares do Brasil posição estratégica na vigilância de fronteira, além de abrir os portos à posse de Montevidéu.
Tamandaré representa grande parte da História do Brasil. Gustavo Barroso sintetizou nestas poucas palavras os 67 anos de seus ativos serviços prestados à Marinha e ao País: "Foi Tamandaré marinheiro do primeiro e segundo Império, que vira o Brasil Reino, guerreara na Independência, no Prata, tomara parte ao lado da lei em quase todas as convulsões da Regência, criara e legara a vitória no Uruguai e no Paraguai à Marinha, do segundo Império, assistira à Proclamação da República, a Revolta na Esquadra, pisara o convés de tábuas dos veleiros e na coberta chapeada de ferro dos encouraçados, vira a nau e o brigue, o vapor de rodas e o monitor e a couraça e o torpedeiro destinada a vencê-la".
O mesmo autor escreveu, ainda, sobre as ações humanitárias de Tamandaré, a propósito de um salvamento na Amazônia: "A esse homem que nascera predestinado às lides guerreiras, o destino reservara miraculosas salvações de navios e pessoas. Fizera-as já no Rio da Prata, nas águas plúmbeas da Patagônia, acabava de fazê-las no Mar Dulce da Amazônia, fá-las-ia ainda nos mares da Europa e do Brasil".
O Velho Marinheiro, como gostava de ser chamado, findou sua existência aos 88 anos, em 20 de março de 1897, no Rio de Janeiro. Dispensou honras fúnebres. Seis marinheiros de sua gloriosa e querida Marinha o transportaram da sua casa ao carro fúnebre. Hoje seus restos mortais estão sob a Guarda do 5º Distrito Naval e seu espírito vive em cada marinheiro brasileiro.
A memória de Tamandaré é fonte de patriotismo e honradez para o Brasil e por ter sido fruto desta terra deve, também, encher de orgulho e inspirar virtudes a todos os rio-grandinos.

*Comandante do 6º GAC "Grupo Marquês de Tamandaré"

Fonte: http://www.jornalagora.com.br

Arnaldo E. de Freitas - G.E do Mar Almirante Tamandaré 61º

Itajaí/SC

 

Sempre Alerta!

criado por Arnaldo E. de Freitas    20:29:54 — Filed under: Sem categoria
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